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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Stallman and Me

Stallman and Me


Na última sexta-feira, dia 16 de novembro, tive a oportunidade de assistir uma palestra de Richard Stallman, idealizador do Software Livre, do projeto GNU, da Free Software Foundation e Homem Santo. Definitivamente umas das pessoas que entrarão para o seleto grupo de personagens maiores do que a sua própria vida.

A ele, os livros de história guardarão lugar de destaque nos eventos que forjarão o século XXI, ter a chance de observá-lo rir de si mesmo, conversar e principalmente tirar um foto ao lado da lenda viva. É algo de que nunca me esquecerei.

Valeu Stallman!

Happy Hacking!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Happy Birthday GNOME, 10 Years!



Hoje marca o aniversário de 10 anos da criação do GNOME (GNU Network Object Model Environment). Nascido como uma alternativa livre a linguagem QT do KDE que há época somente existia de forma proprietária, o GNOME é um ambiente gráfico de Desktop amplamente baseado na linguagem livre GTK.

O GNOME já nasceu livre

Vida longa ao GNOME!

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Patent Armageddon



A micro$oft apronta mais uma das suas.


Hoje a revista Fortune publicou um artigo no qual dois funcionários de alto escalão da empresa afirmam que o GNU/Linux viola 235 patentes da empresa e que a mesma vai passar a cobrar royalties das companhias e usuários pelo uso do GNU/Linux.

A lista:

  • Linux kernel - 42 violações
  • Linux graphical user interfaces - 65 violações
  • OpenOffice - 45 violações
  • Email apps - 15 violações
  • Misc - 68 violações

"Estranhamente" a M$ não entrou em maiores detalhes sobre quais seriam essas supostas violações, nada além dessa idéia bem vaga.

E nem entrará!

A jogada da M$ é outra, é levar FUD ao mercado de empresas que usam já em grande escala o GNU/Linux e a comunidade FLOSS, tentando reter o avanço do GNU/LInux. A falácia segue com a informação de que não haveria a disposição de processar ninguém, a intenção, segundo a empresa, é chamar à mesa de negociações aqueles que usufruem de sua propriedade intelectual sem a devida autorização.

A tentativa da M$ é caracterizar o movimento de Software Livre como uma atividade ilegal. Levando os usuários e profissionais da área mais desavisados a voltar a "asa protetora" da empresa.

A Micro$oft tem formado uma base de acusações de quebra de patente contra o GNU/Linux e softwares de código aberto há algum tempo. Porém sem mostrar maiores detalhes específicos do que exatamente esta sendo violado. O mundo do software livre está sob bullying, não é somente o sistema operacional GNU/Linux que está sob ataque e sim todo o movimento de software livre, pois a lista das violações incluem programas como OpenOffice.

A empresa assinou recentemente um acordo com a Novell que indenizaria a companhia contra as acusações da Micro$oft envolvendo Linux. Razão pela qual eu decidi me afastar de todos os aplicativos gerenciados pela Novell (openSUSE Linux) e migrar para o Ubuntu Linux.

Em termos práticos, a M$ está numa situação complicada, caso ela realmente decida levar a frente um processo legal, além de precisar processar empresas com as quais elas já tem atualmente negócios bem lucrativos, ela teria que em última instância ter que processar pessoas como eu, que usam GNU/Linux e FLOSS software, medida que certamente trará mais má publicidade para a empresa do que outra coisa, como aconteceu no caso da RIAA contra os usuários de p2p que baixavam músicas em seu computador, ainda haveria o fato de que será eventualmente necessário que a M$ prove a "violação" de suas patentes mostrando o seu código "violado" abrindo o seu portfólio de patentes em corte e isso acabaria por se tornar público, acreditem, é algo que a empresa não tem nenhum interesse em fazer.

Considerem essa analogia.

Imagine se você estivesse dirigindo um carro e a polícia lhe parasse dizendo que você violou 235 leis de trânsito e lhe exigisse o pagamento sem lhe oferecer maiores detalhes de quais são essas violações e como elas ocorreram? Aposto que você gostaria de saber quais seriam essas violações, não? Pois é exatamente isso que a M$ está fazendo, numa tentativa de colocar a comunidade FLOSS contra a parede e principalmente empresas que ainda não migrem pra o GNU/Linux.

Que tal?

Felizmente os profissionais da área estão ficando cada vez mais atentos às manobras da M$, seus métodos de eliminar a competição são já conhecidos e ela não se importa de estabelecer novos marcos negativos.

Extorsão!

A comunidade do Software Livre já está há algum tempo pedindo para que a M$ mostre aonde estão essas violações de patente como vocês podem conferir nesse site aqui.

Todo esse cenário desenvolve mais ainda a idéia de que a M$ se vê vulnerável, mais do que ninguém eles sabem que o Windows Vista não é um grande produto, com um alto custo de aquisição do sistema operacional assim como do hardware necessário para rodá-lo.

Eles também sabem dos avanços que o GNU/Linux tem feito na área do Desktop, se tornando cada vez mais amigável ao usuário final. Hoje REALMENTE existe uma alternativa ao Window$, o GNU/Linux é uma realidade e está aí a prova!

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Java 'finalmente' opensource!

Noticia dessa semana no mundo do software livre.


A Sun Microsystems, detentora da linguagem Java, liberou essa semana após quase um ano depois das primeiras informações a respeito, a liberação de grande parte do código fonte do Java SE sob a licença GPLv2 para o projeto OpenJDK.

A liberação não foi total por que parte do código pertencem a terceiros e que não autorizaram a sua divulgação. A comunidade já está se preparando para a substituição desse código.




Ubuntu ataca de novo!

Se já não bastassem as versão Desktop, Server e Edubuntu, o Ubuntu ganhou hoje mais um novo sabor, trata-se do Ubuntu Studio. Essa nova versão do Ubuntu 7.04 almeja atender as expectativas no universo GNU/Linux no quesito multimídia, até mesmo em nível profissional. No momento somente está disponível a versão do Ubuntu Studio para i386 (32 bits).

Este projeto promete, veja esses screenshots.

Vida longa ao Ubuntu Studio!

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Tribunal de Justiça do Estado da Bahia economizará mais de R$ 1 milhão!

O Ipraj vai adotar o BrOffice, programa eletrônico destinado às tarefas de escritório semelhante ao Office da Microsoft, com a vantagem de ser um software livre. Mas o diferencial, explica Cristina Pato, supervisora de Desenvolvimento Tecnológico do Ipraj, é que, além de não ser preciso pagamento para usá-lo, há possibilidade de personalização dos aplicativos de acordo com a demanda e necessidade do Poder Judiciário.

Ela diz que, com a adoção do novo pacote de aplicativos, a economia para o Judiciário será acima de R$ 1 milhão por ano, considerando que o software será implantado nos novos equipamentos que a GID está adquirindo.

link da notícia.

Pense nisso!

Reflita por um momento.


Software não é uma entidade física, é uma idéia, um produto intelectual, assim como uma canção, um poema ou um romance. Claro que algumas pessoas cobram por essas tais coisas, mas isso é realmente necessário?

Existem muitas pessoas que acreditam que informação é algo que deve ser compartilhada e o elemento chave nessa liberdade é o software de Código Aberto.

GNU/Linux e outros sistema operacionais UNIX abertos oferecem o poder, a escalabilidade e a confiabilidade necessárias para rodar desde switchs telefônicos, internet backbones e web servers que mantém a Internet em si funcionando.

E não há nenhuma razão pela qual eles não possam oferecer o mesmo poder ao seu computador pessoal e laptop, exceto pela idéia que a Microsoft conseguiu vender ao mundo de que é necessário pagar pelo software, depois então pagar mais e mais para mantê-lo atualizado.

Software Livre e de Código Aberto não são quimeras idealistas de amadores.

Eles são uma realidade.

Browser Wars I


No início havia o Netscape Communicator...

Alguém pode não saber ou até mesmo não mais lembrar, mas um dia a Netscape já deteve mais de 81% do mercado de navegadores de internet com o seu Netscape Navigator. Imaginem só isso; o Netscape Navigator talvez tenha sido a primeira grande ferramenta do que hoje conhecemos como WEB.

Estamos falando de meados dos anos 90.

O reinado do Netscape Navigator teve seu fim devido a práticas abusivas da Microsoft, que visando a longo prazo tomar de assalto a WEB, transformando-a em mais um monopólio, criou o Internet Explorer, e o disponibilizou de graça no seu site para download. Se isso já não bastasse para abalar a concorrência da Netscape, ainda seriam desferidos dois golpes mortais, o lançamento do Windows 98 com o então Internet Explorer 4 integrado ao Windows Explorer (gerenciador de arquivos padrão do Windows) e o Active Desktop. uma função então recém introduzida que transformava a área de trabalho numa espécie de continuação da experiência de navegação em WEB aonde é claro séria necessária a instalação do Internet Explorer 4 e como isso ainda não bastasse, pouco tempo depois aconteceria o lançamento da versão Windows 98 SE (Second Edition) aonde o Internet Explorer 4 já vinha instalado com navegador de internet padrão no sistema operacional.

Foi o fim da Netscape.

A Microsoft depois viria a ser julgada por práticas abusivas por conta desses fatos no final do governo Bill Clinton, mas isso é uma outra história...


A Netscape que vertiginosamente via o mercado de navegadores evaporar e com os crescentes problemas de ordem financeira, numa tentativa de sobreviver decidiu de forma ousada liberar o código fonte da suíte Netscape Communicator 5 que à época estava em desenvolvimento criando assim o Mozilla.org.

Foi um dos eventos mais importantes da história do software livre, capturado num belissímo documentário de David Winton chamado Code Rush.

Aqueles que me conhecem a mais tempo certamente sabem do prazer que tenho em relatar isso.

Sou usúário do Firefox, desde o seu começo em 2002!

Antes ele se chamava Phoenix, o descobri pela necessidade que tinha de me ver livre do modelo Mozilla suíte, herança dos tempos do Netscape Communicator, era muito pesado para o meu hardware de então, mas era um mau necessário para aquela época aonde não existiam Ambientes de Desktop no universo Unix com a devida integração entre programas. Mesmo no Windows era a melhor solução para uma aplicação não nativa.

A Microsft tem uma longa história de "estranhas" incompatiblidades com aplicativos que se dispõem a realizar tarefas em que ela possua um concorrente. Tudo ficava mais fácil com tudo integrado numa mesma janela. Numa suíte você carrega mais de um sofrware ao mesmo tempo. Luxo esse que à época não podia me dar. Aqueles que já usaram o Netscape, o antigo Mozilla ou o antigo OpenOffice sabem muito bem do que estou falando.


Bem o Phoenix nasceu de um projeto que decidiu desmembrar os programas que compunham o Mozilla Suite, dentro de uma mesma janela você tinha um navegador web, um compositor de email, newsgroups e até mesmo um clente de IRC.

Esse modelo foi substituído por uma abordagem standalone nascia então o o Phoenix ou Mozilla Browser como uma Standalone Aplication do Projeto Mozilla.

Ainda me lembro bem do dia que descobri o Phoenix, era a versão beta 0.2, uma binária para o Linux, na época eu usava o FreeBSD. Rodava sem maiores problemas e passei a usá-lo ao invés do Mozilla por ser bem mais leve para o meu hardware de então, um 486 DX4. o Phoenix dava conta do recado.

Passaram-se as versões e começaram os problemas com o nome.


O nome Phoenix vigorou até 14 de abril de 2003, quando teve que ser mudado devido à problemas de direito autoral com a fabricante de BIOS Phoenix Technologies (que produz um navegador para BIOS). O novo nome, Firebird, foi recebido com opiniões diversas, pois tinha o mesmo nome do software livre de base de dados Firebird.

No final de abril, seguindo - em apenas poucas horas - uma aparente mudança de nome do navegador para
Firebird browser, a Mozilla Foundation determinou que o navegador fosse chamado de Mozilla Firebird para evitar confusões com o nome do servidor de dados Firebird. Entretanto, uma contínua pressão da comunidade de software livre forçou outra mudança de nome, e em 9 de fevereiro de 2004, Mozilla Firebird se tornou Mozilla Firefox (ou somente Firefox).


Continua...


quinta-feira, 3 de maio de 2007

Deus usa Linux?


Mais uma da série "Não poderia deixar passar".


Webmaster do Vaticano: "Não sei qual sistema operacional Deus usa, mas o Vaticano usa Linux."


Num interessante vídeo publicado no site Scobleshow, apresento-lhes a irmã Judith Zoebelein, Webmaster do Vaticano desde 1995. Além de vir quebrando diversos estereótipos na área, ela também fala sabre sistemas operacionais escolhidos e sobre a liberdade de escolha de software na organização milenar em que ele trabalha.


E mais!


Aborda os desafios da Santa Sé na era digital, sobre a possibilidade da presença da Igreja em ambientes como o Second Life e MySpace.


Imperdível.


Assista ao vídeo aqui.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

BrOffice.org 2.0.2!



Não poderia deixar isso passar.

Lançado no dia 28 de abril o novo BrOffice.org 2.2.0 trás todas as evoluções do OpenOffice.org (changelog), além das ferramentas idiomáticas para o usuário brasileiro.


Release Note:

" ... o principal passo desta versão foi o processo de reintegração do código e das comunidades no projeto internacional. A separação aconteceu por diversos motivos, como problemas passados em relação à manutenção da tradução dentro do projeto internacional, problemas de empacotamento para o nosso idioma, e personalizações pertinentes ao nosso país. Em função destes pontos, o Brasil, semelhante a outros países, teve que iniciar o processo de desenvolvimento em paralelo, acompanhando o projeto internacional. Apesar de tudo isto, sempre foi compreendido que o OpenOffice.org.br era a extensão brasileira, comunidade e produto, do OpenOffice.org.


Com o problema da marca, o OpenOffice.org.br teve que mudar o nome para BrOffice.org, o mesmo problema ocorrido em vários países, só que nos outros, foram contornados, exceto no Brasil. O OpenOffice.org, através de seu conselho, entendeu o caráter único desta comunidade e reconheceu oficialmente que o BrOffice.org é o OpenOffice.org, comunidade e produto, em português do Brasil, ação que valorizou e reconheceu os esforços de todos os voluntários no país.


Com este reconhecimento, permitiu uma reaproximação do desenvolvimento da nossa comunidade, trazendo benefícios para todos. O BrOffice.org começará a acompanhar, a partir da próxima versão, compilações regulares dentro do calendário oficial, além de trazer uma série de outros benefícios para o usuário final, como ter um produto adaptado para nossa realidade, associado às tecnologias de ponta disponibilizados no projeto internacional.


Assim, hoje lançamos o BrOffice.org 2.2.0, juntamente com o início da reintegração com o Projeto Internacional, trazendo bons frutos para toda a comunidade. "


Faça o download do BrOffice.org 2.0.2 aqui!

terça-feira, 1 de maio de 2007

Dell é o caminho...


Hoje a Canonical e a Dell finalmente confirmaram os rumores de que o Ubuntu Linux será a distribuição Linux escolhida para sair pré-instalada em alguns modelos da empresa americana.

A Canonical é uma empresa privada fundada e financiada pelo empresário Mark Shuttleworth, para a promoção de projetos relacionados com Software Livre. É a empresa que administra o Ubuntu Linux.

A Dell é a maior empresa de distribuição de computadores nos Estados Unidos. Ela desenvolve, fabrica, vende e presta assistência a uma série de computadores pessoais, servidores, data storages, softwares, periféricos, PDA´s e muito mais.

Para aqueles que ainda não perceberam a importância desse acordo, a razão da quase ubiqüidade do Windows como nós a conhecemos deve-se ao fato que o Windows foi desde o início o único sistema operacional presente nas máquinas compradas em empresas como a Dell sob a forma de cópia pré-instalada ao usuário final.

Cada nova máquina comprada já saía com uma versão do Windows instalada, devidamente configurada com todos os seus drivers instalados, possíveis incompatibilidades do sistema operacional com o hardware removidas, programas instalados e mais o suporte técnico adicional.

É fato que a grande maioria dos usuários de computadores pessoais nunca instalaram um sistema operacional e não sabem como. O alto custo do Windows Vista aliado ao também alto custo de hardware mínimo requerido, abriram essa janela de oportunidade para o Linux e mais especificamente o Ubuntu que apesar do pouco tempo já se mostra muito maduro e consolidou-se como a mais popular distribuição Linux, com uma base de usuários crescente e ativa que não passou despercebida aos executivos da Dell.

Cabe agora as equipes do Ubuntu e da Dell trabalharem em conjunto para garantirem aos seus novos clientes, da melhor maneira possível garantirem o funcionamento do Ubuntu nesse novo hardware disponível nos modelos de desktops e laptops que a Dell oferecerá em pouco tempo.

Aumentar a visibilidade do seu sistema operacional sempre foi o objetivo da comunidade Linux, esse acordo com a Dell é um grande passo nessa direção. A proporção que o número de usuários do Linux for crescendo maior será a visibilidade do Linux e conseqüente melhor atenção no suporte de fabricantes de hardware (drivers) e softwares sendo portados para o Linux mais rapidamente. A orientação amigável do Ubuntu Desktop com os novos usuários do Linux num gigante como a Dell fazem a combinação certa para inserir de vez o Linux e o Software Livre num contexto somente antes sonhado.

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Ubuntu Tribe

I'm pissed off with Novell, their agreement with Microsoft over supposed Intellectual Propriety violations it's getting around the corporate world making room for more nonsense. I decided to move away from any Novell related products ( openSUSE 10.2 ) and give a REAL try to Ubuntu into my Workstation.

I'm using Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn) for about a week now and everything is working fine and It's by far the most polished and finished Linux distribution I've ever installed.

It has a vibrant community, well documented and like any GNU/Linux Debian based distribution takes advantage of the greatest Free Software binary collection available. It comes with over 18733 packages, precompiled software bundled up in a nice format for easy installation on your machine.

Ubuntu Tribe the movie is inspired in the Basque Free Software developers community, which actually has a lot of handicaps adapting the language to the fast changes of the new technologies. But the effort of this community has made the Basque Language not to be threw away, so far, from the information technologies train.

Ubuntu Tribe is a product developed by the Ubuntu Basque Tribe association in Collaboration with students of the Sarobe Film and Video School.

Take a look at the english trailer from the Ubuntutribe



The music of the trailer is from the basque group Delorean, a fragment of the song called “Metropolitan Death”.

Watch the Clip.